DÓRIA: PRIVATIZAÇÕES COMEÇARÃO ‘IMEDIATAMENTE’, CASO SEJA ELEITO

Publicado: 15 de maio de 2018 às 16:26 – Atualizado às 17:06
EX-PREFEITO DISSE À BLOOMBERG QUE PRIVATIZAÇÕES VÃO GERAR RECEITA E EMPREGOS PARA O GOVERNO
CANDIDATO PROMETE QUE PROGRAMA VAI GERAR RECEITA E EMPREGO
O ex-prefeito de São Paulo e pré-candidato do PSDB ao governo do Estado, João Dória, afirmou que a privatização de estatais será iniciada “imediatamente” caso seja eleito.Em entrevista à agência de notícias Bloomberg, Dória ressaltou a necessidade de estudos e planejamento para realizar as privatizações de maneira a gerar receitas para o governo e, principalmente, empregos para as pessoas. “Eu conheço privatizações muito bem feitas e privatizações desastrosas feitas sem estudos ou planejamento”.

Ao ser questionado sobre a prioridade em seu governo, o ex-prefeito foi direto: “empregos”. Segundo ele, o papel do governo não deve ser tomar a frente da geração dos empregos promovendo o inchaço da máquina pública, mas “facilitar e estimular” os investimentos privados. “Investimentos estrangeiros, investimentos locais, priorizar isso, sem burocracia e dentro da lei para ajudar as empresas a criar os empregos”, disse.

Eleições presidenciais

Dória tentou explicar o péssimo desempenho de Geraldo Alckmin, pré-candidato tucano à Presidência, nas pesquisas pelo fato de a campanha na televisão só começar em agosto. “Nós teremos 45 dias com uma forte propaganda na telvisão e a eleição será, novamente, decidida pela televisão”, afirmou. Questionado sobre por que não concorre ele mesmo para presidente, Dória disse que a decisão “é do partido”, mas que o interesse dele, neste momento “é no governo de São Paulo”.

Dória também foi confrontado sobre os motivos que colocam Jair Bolsonaro (PSL) e Ciro Gomes (PDT) em situação melhor que Alckmin e o ex-prefeito afirmou que ambos “estão em campanha há um ano e meio”, mas que o Brasil não pode voltar a recorrer ao populismo. Ele classificou os governos Lula e Dilma como “desastres” para a economia do país e considera a eleição de outro candidato populista, à direita ou à esquerda, como um “novo desastre”.

Fonte: Diário do Poder

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