Em um mês, Felipão resgata atletas, vence e muda o Palmeiras

Publicado em: 10/09/2018 às 08:10hs

No primeiro Derby que Felipão disputou em sua casa, o Palmeiras saiu vencedor por 1 a 0 com gol anotado por Deyverson. O triunfo no clássico foi o de número 200 do treinador desde sua primeira partida como técnico palestrino, em 1997.

“A vitória de número 200 é importante para mim, para o Palmeiras, e mais importante para ficarmos no grupo que busca o campeonato. O time que joga, já disse a vocês, tenho os dados e examino para ver quem coloco no primeiro tempo, quem vai entrar… Por enquanto vai dando certo”, celebrou o treinador.
Não à toa o nome do pentacampeão mundial é o mais gritado em todos os jogos do Palmeiras. “Au au au, Felipão é genial”. Se não gênio, o treinador de 69 anos mostra o que seu currículo sugere: é um ótimo treinador.

A recuperação de atletas questionados como Deyverson e os resultados (oito vitórias, dois empates e uma derrota em sua terceira passagem) são o que mais impressiona, especialmente pela rapidez. Apenas um mês para mudar o clube drasticamente.

“Eu sou da casa. É a terceira vez que estou no Palmeiras. Embora do Sul, eu me sinto palmeirense pelo trabalho e pelo coração. Fui recebido como sendo da casa. Além disso, o trabalho anterior ao meu tinha base. Aproveitei isso e dei algumas retocadas no sentido de ambiente, amizade, carinho. Depois, pela dificuldade que a gente tem por jogar os três campeonatos, fui aproveitando os dados que me fornecem para trocar jogadores. Vem dando certo”.

Felipão nunca havia comandado o Palmeiras em um Derby no Palestra Itália, ou Allianz Parque. Com os demais jogos acontecendo nos estádios do Morumbi, Prudentão, Santa Cruz, Fonte Nova e Pacaembu, o retrospecto agora aponta 10 vitórias, nove empates e 10 derrotas contra o maior rival.

Além da inédita vitória em sua casa, o triunfo palestrino ainda garantiu a Felipão a entrada no seleto grupo de treinadores com 200 ou mais vitórias no comando do clube, hoje composto também por Vanderlei Luxemburgo (221) e Oswaldo Brandão (341).

“Fora isso tudo, tenho de agradecer ao Paulo Turra e ao Carlos Pracidelli, que têm feito o trabalho diário, de acordo com o planejamento, para dar equilíbrio e identidade à equipe. Gerenciei algumas coisas e coloquei meu conhecimento, a minha experiência. Nada mais”, disse”, finalizou.

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva

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