Publicado em: 29/11/2025 às 8h00

A expectativa de vida do brasileiro subiu para 76,6 anos, em média, a maior já registrada.

A conclusão é de um estudo divulgado, nesta sexta-feira (28), pelo IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Em 1940, quando começou a série histórica, o brasileiro vivia, em média 45,5 anos. De lá para cá, são em média, 31,1 anos a mais na expectativa de vida.
A pesquisa mostra que as mulheres, historicamente, têm expectativa de vida maior do que os homens. Em 2024, 79,9 anos delas contra 73,3 anos deles.
Os homens vivem menos do que as mulheres devido às mortes em acidentes de trânsito, por homicídios ou suicídios.
O cenário é mais grave entre os homens jovens na faixa etária entre 20 e 24 anos, de acordo com o IBGE. Eles morrem 4 vezes mais que as mulheres na mesma faixa etária.
O levantamento estimou ainda o quanto a população vive após completar 60 anos de idade. Em 1940, eram 13,2 anos a mais. Em 2024, 22,6 anos a mais.
Outro destaque é a queda na mortalidade infantil, que considera para o cálculo bebês com menos de 1 ano de idade. No ano passado, a taxa era de 12,3 para cada mil crianças, o que foi uma melhora ante 2023, quando o índice era 12,5. Mas, ainda acima de 2020, que registrou 11,4 para cada mil crianças.
Quando comprado ao início da série, em 1940, esse índice era de 146,6 para cada mil crianças.
O IBGE associa a evolução a fatores como as campanhas de vacinação, exame pré-natal, aleitamento materno e programas de nutrição infantil.
Rádio Agência
